<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246</id><updated>2011-11-08T00:14:52.223Z</updated><title type='text'>CINECULTURA</title><subtitle type='html'>"Cinecultura" serve para ordenar ideias e recolher ensaios sobre Cultura e Cinema para a tese académica que estou a preparar.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>41</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-3576826240789479762</id><published>2007-07-08T19:26:00.000+01:00</published><updated>2007-07-08T19:31:03.255+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ah! arrancar às carnes laceradas&lt;br /&gt;Seu mísero segredo de consciência!&lt;br /&gt;Ah! poder ser apenas florescência&lt;br /&gt;De astros em puras noites deslumbradas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser nostálgico choupo ao entardecer,&lt;br /&gt;De ramos graves, plácidos, absortos&lt;br /&gt;Na mágica tarefa de viver!&lt;br /&gt; ...&lt;br /&gt;Quem nos deu asas para andar de rastos?&lt;br /&gt;Quem nos deu olhos para ver os astros-&lt;br /&gt;Sem nos dar braços para os alcançar?!...&lt;br /&gt;FLORBELA ESPANCA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-3576826240789479762?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/3576826240789479762/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=3576826240789479762' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/3576826240789479762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/3576826240789479762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2007/07/ah-arrancar-s-carnes-laceradas-seu.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-115334892804157675</id><published>2006-07-19T23:39:00.000+01:00</published><updated>2006-07-20T02:57:27.546+01:00</updated><title type='text'>mudei de tema e de blog</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/Julho2006.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/Julho2006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Deixei de escrever sobre cinema e passei a falar sobre questões mais espirituais. Coisas que acontecem...&lt;br /&gt;Para quem estiver interessado, continuo a escrever &lt;a href="http://isabelbodhisattva.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-115334892804157675?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/115334892804157675/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=115334892804157675' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/115334892804157675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/115334892804157675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2006/07/mudei-de-tema-e-de-blog.html' title='mudei de tema e de blog'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-113022920039972324</id><published>2005-10-25T09:14:00.000+01:00</published><updated>2005-10-25T10:07:33.403+01:00</updated><title type='text'>interpretação crítica</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/psycho3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/psycho3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpretação crítica de um filme constitui uma actividade na qual o observador desempenha o papel principal. O texto está inerte até que o espectador/intérprete entra em contacto com ele e constroi uma rede de significação elaborada sobre os campos referenciais construídos pelo autor.&lt;br /&gt;Desde a obra pioneira de Jonathan Culler &lt;em&gt;A Poética Estruturalista&lt;/em&gt;, vários teóricos propuseram que os críticos produzissem as interpretações seguindo regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os significados construídos numa análise crítica são apenas de quatro tipos possíveis: significado referencial, explícito, implícito e sintomático.&lt;br /&gt;O significado referencial é o mais claro na diegese fílmica (usando o filme de Hitchcock &lt;em&gt;Psycho&lt;/em&gt;, (1960) como exemplo, os significados referenciais são retirados da viagem da protagonista Marion Crane desde Phoenix a Fairvale e todos os acontecimentos que ocorrem).&lt;br /&gt;O significado explícito, no entanto, está um nível acima numa escala de abstração (usando o mesmo filme como exemplo, poderemos dizer que os significados explícitos de &lt;em&gt;Psycho&lt;/em&gt; decorrem da ideia de que a demência pode vencer sobre a sanidade mental. Os significados referencias e explícitos são literais e facilmente visíveis e são essenciais para a compreensão de qualquer obra cinematográfica.&lt;br /&gt;Já a significação implícita pressupõe um grau de clareza muito menos evidente (o significado implícito de “Psycho” poderia ser a ambiguidade entre demência e a sanidade). A significação reprimida ou sintomática é aquela que é expressa de forma inconsciente e, por isso, aquela que escapa às intenções do autor da obra (por exemplo, usando uma análise psicanalítica, &lt;em&gt;Psycho&lt;/em&gt; revela o medo masculino da sexualidade da mulher). Por exemplo, Annette Michelson, num ensaio de 1969 publicado na Revista ArtForum, sugeriu que “2001: Odisseia no Espaço” oferecia “um discurso sobre o conhecimento através da percepção como acção e, no fundo, sobre a natureza do meio como cinema de acção, como modo e modelo de cognição” -MICHELSON, Annette, “Bodies in Space: Film as Carnal Knowledge”, Artforum 7,6 (Fevereiro de 1969), p.57.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/psycho2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/psycho2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É apenas da construção destes dois últimos níveis de significação (implícito e sintomático) que nasce a interpretação, uma vez que da significação referencial e explícita decorre simplesmente a compreensão da obra.&lt;br /&gt;(Sobre o significado explícito e implícito, ler: Gerald Prince, «Narrative Pragmatics, Message and Point», Poetics 12, 1983, pp. 530-532)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe ao crítico construir um conjunto de significação coerente, escolhendo os campos semânticos apropriados à análise do filme, elaborando o melhor modelo de análise, segundo uma metodologia específica. Vendo o filme, o intérprete crítico começa por identificar as indicações que o incitam a executar inferências, que vão desde a actividade de perceber o movimento aparente, passando pelo processo cognitivo de construir laços entre cenas, até ao processo mais aberto da atribuição dos significados abstractos ao filme. Após este trabalho exaustivo, o crítico deverá construir uma justificação capaz de convencer o leitor da sua interpretação. «Ao crítico activo não basta descobrir, quero dizer, construir significados sintomáticos ou explícitos; deve justificá-los através do discurso público. Todos os problemas propostos pela instituição têm uma dimensão retórica, cujo exemplo mais evidente é a busca de uma interpretação convincente.» – BORDWELL, David – El Significado del Filme, Barcelona, Ed. Paidós, 1995, (Trad. de Josetxo Cerdán e Eduardo Iriarte)&lt;br /&gt;Assumindo que os significados mais pertimentes são implícitos e sintomáticos, as actividades principais de um crítico, uma vez escolhido o filme, são: o destacar campos semânticos; traçar o mapa de campo semânticos sobre o filme, em diversos níveis, correlacionando as unidades textuais com características semânticas (aqui entram em jogo a construção de analogias, elaboração de modelos mentais, criação de hipóteses, etc.); articula um argumento que demonstre a inovação, convencendo os leitores da validez da dua interpretação.&lt;br /&gt;Na minha opinião, o mais importante na interpretação crítica é o cuidado com a coerência lógica segundo a metodologia escolhida, uma vez que, como salienta Bordwell na obra citada (p. 160), «Num filme, qualquer imagem ou som permite um número indefinido de descrições verbais, muitas das quais revestem uma infinidade de implicações metafóricas.»&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-113022920039972324?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/113022920039972324/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=113022920039972324' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/113022920039972324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/113022920039972324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/10/interpretao-crtica.html' title='interpretação crítica'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112879507643430385</id><published>2005-10-08T19:09:00.000+01:00</published><updated>2005-10-08T19:11:16.503+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>«Hollywood es el inconsciente de las masas, extraído con la brutalidad de una excavadora ahondando en las profundidades de una colina, y servido sobre una pantalla deseperadamente vacía.» PARKER TYLER&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112879507643430385?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112879507643430385/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112879507643430385' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112879507643430385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112879507643430385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/10/hollywood-es-el-inconsciente-de-las.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112847747506607594</id><published>2005-10-05T02:56:00.000+01:00</published><updated>2005-10-05T02:57:55.073+01:00</updated><title type='text'>metacrítica</title><content type='html'>&lt;p&gt;O pessimismo de Roland Barthes sobre uma metacrítica de leitura está&lt;br /&gt;provavelmente baseado no facto de aqueles que interpretam poderem extrair de um&lt;br /&gt;único elemento textual um número indefinidamente prolongado de significados.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112847747506607594?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112847747506607594/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112847747506607594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112847747506607594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112847747506607594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/10/metacrtica.html' title='metacrítica'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112786633465399484</id><published>2005-09-28T01:06:00.000+01:00</published><updated>2005-09-28T02:58:33.123+01:00</updated><title type='text'>media e sociedade consumista</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/consumo1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/consumo1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Algumas citações que apoiam o breve &lt;a href="http://cinekultura.blogspot.com/2005/09/fight-club-e-esquizofrenia-do.html"&gt;estudo do enredo do filme Fight Club&lt;/a&gt; :&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; .............................&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; «nós somos, tal como somos, organizados pela agenda pública que se afixa do lado de fora, nos “media”»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;in &lt;strong&gt;SFEZ&lt;/strong&gt;, Lucien, &lt;em&gt;Crítica da Comunicação&lt;/em&gt;, Lisboa, Instituto Piaget, 1990 (2ª ed., 1994), p.271. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«…les media sont effecteurs non pas de la socialisation, &lt;strong&gt;mais juste à l’inverse&lt;/strong&gt; de l’implosion du social dans les masses. Et ceci n’est que l’extension macroscopique de l’implosion du sens au niveau microscopique du signe. Celle-ci est à analyser à partir de la formule de MacLuhan &lt;em&gt;medium is the message&lt;/em&gt;, dont on est loin d’avoir épuisé les conséquences» &lt;/div&gt;in &lt;strong&gt;BAUDRILLARD&lt;/strong&gt;, Jean, &lt;em&gt;Simulacres et Simulations&lt;/em&gt;, Paris, Éditions Galilée, 1981, pp. 121-123.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;«…cultura pós-moderna sem inovação nem audácia verdadeiras, contentando-se com democratizar a lógica hedonista, com radicalizar a tendência para privilegiar as inclinações mais baixas em lugar das mais nobres … Com o universo dos objectos, da publicidade, dos media, a vida quotidiana e o indivíduo já não têm peso próprio, anexados como se encontram pelo processo da moda e da obsolescência acelerada: a realização definitiva do indivíduo coincide com a sua dessubstancialização, com a emergência de átomos flutuantes esvaziados pela circulação dos modelos e por isso recicláveis» &lt;/div&gt;in &lt;strong&gt;Lipovetsky&lt;/strong&gt;, Gilles, &lt;em&gt;A era do vazio&lt;/em&gt;, Lisboa, Relógio d’Água Editores, 1983, pp.99-100.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;«tanto na lógica dos signos como na dos símbolos, os objectos deixam de estar ligados a uma função ou necessidade definida, precisamente porque correspondem a outra coisa, quer seja ela a lógica social quer a lógica do desejo, às quais servem de campo móvel e inconsciente de significação. ... A diferenciação pode assumir a forma da recusa dos objectos e da recusa do consumo.» &lt;/div&gt;in &lt;strong&gt;BAUDRILLARD&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;Sociedade de Consumo&lt;/em&gt;, Lisboa, Edições Setenta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112786633465399484?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112786633465399484/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112786633465399484' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112786633465399484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112786633465399484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/09/media-e-sociedade-consumista.html' title='media e sociedade consumista'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112777558029958100</id><published>2005-09-26T23:31:00.000+01:00</published><updated>2005-09-28T01:17:14.126+01:00</updated><title type='text'>Fight Club e esquizofrenia do consumismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/Fight_Club71.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/Fight_Club71.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.mymovies.net/player/player.asp?url=/film/fid131/trailers/trid132/wm/high.asx&amp;filmid=131"&gt;Fight Club&lt;/a&gt;, de David Fyncher (1999), é um filme que considero exemplificativo da contemporaneidade consumista e hedonista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O enredo de Fight Club gira em torno das inquietações vividas por um protagonista que sofre de insónias e cuja vida sofre uma mudança radical pela excitação apresentada por Tyler Durden. O protagonista vive perfeitamente integrado numa sociedade ultra-capitalista em que as ilusões produzidas pela publicidade e pela televisão provocam um fosso entre as expectactivas e as possibilidades reais.&lt;br /&gt;A angústia da verdade existencialista, presente em todo o filme, traduz o pessimismo gerado pela liberdade inerente à existência. A sociedade de Fight Club vive a melancolia do paraíso perdido e é desta sociedade que o protagonista se pretende libertar. Do confronto entre o seu desejo de libertação e a sua integração nasce a dissociação de personalidade: Jack (Edward Norton) e Tyler (Brad Pitt). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/FightClubEntidades.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="320" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/FightClubEntidades.jpg" width="312" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O protagonista de Fight Club é integrado e apocalíptico.&lt;br /&gt;Jack está integrado na sociedade consumista em que vive "&lt;em&gt;What kind of dinning-set defines me?&lt;/em&gt;"&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; Tyler personifica toda a humanidade possuidora dos mitos de fim do mundo, que conhece as suas imperfeições e, por isso, adopta um papel messiânico "&lt;em&gt;We all start seeing things differentely&lt;/em&gt;", encetando a revolução libertadora da escravidão consumista, através da destruição dos símbolos tecnológicos da sociedade capitalista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/tyler1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="214" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/tyler1.jpg" width="314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal como o rizoma de Deleuze sem forma definida, por oposição às estruturas radiculares, assim funciona a identidade do complexo protagonista dividido entre Jack/Tyler, perdido informe numa personalidade paradoxal e ambivalente: por um lado, Tyler líder fundador do Comité de Demolições que anseia pelo espectáculo de destruição massiça "&lt;em&gt;We have front row seats for this Theater of Mass Destruction. The Demolitions Committee of Project Mayhem wrapped the foundation columns of ten buildings with blasting gelatin&lt;/em&gt;"; por outro lado, Jack escravo da revista Ikea que vive a simulação da naturalidade «Tinha até louça de vidro com bolhinhas de ar e imperfeições para provar que eram produzidas por indígenas», que vive a “vulgarização ao nível do objecto, dos signos distintivos tirados de todos os registos (o passado, o neo, o exótico...) e da cultura desordenada de signos…” (BAUDRILLARD, A Sociedade de Consumo, Lisboa, Edições 70, p. 115.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A insónia é o prenúncio da fragmentação. "&lt;em&gt;With insomnia nothing is real … Everything is a copy of a copy of a copy&lt;/em&gt;". Do vazio inicial que Jack tenta preencher com a profundidade emocional dos grupos de apoio, gera-se a ansiedade crescente que dá força a Tyler; começando por queimar o luxuoso condomínio, passando pela busca da ascese através da pobreza e da dor e acabando na destruição dos simulacros criados pelo capitalismo.&lt;br /&gt;Tyler assume-se como um Mestre Zen, usando aforismos budistas "&lt;em&gt;I was the Zen master. I wrote little iku poems&lt;/em&gt;". De pequenas subversões como inserir fotogramas pornográficos em filmes familiares e contaminação da comida dos hotéis «&lt;em&gt;Tyler … farted on meringue; he sneezed on braised endive&lt;/em&gt;», passa a um exército de discípulos com um ritual de iniciação no “Projecto de Destruição” no qual os candidatos provam a sua obediência à ideologia «&lt;em&gt;This is a chemical burn. It will hurt more than you've ever been burned and you will have a scar… This is your pain … Look at it&lt;/em&gt;». A religião de Tyler funda-se em discursos contra o consumismo e os meios de comunicação social. «&lt;em&gt;The great war is a spiritual war. We were raised by television to believe that we'd be millionaires and movie gods and rock stars, but we won't&lt;/em&gt;. » &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/franchisings.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/franchisings.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas à medida que o Clube de Combate cresce, cada vez mais se funde com o modelo capitalista. Por todo o lado onde vai, encontra um clube igual com um líder idêntico a si próprio. «A grande perversidade deste sistema (consumista) reside precisamente no facto de realmente conseguir convencer cada um de nós de uma liberdade e originalidade ilusórias. Apenas mais um dos vários simulacros criados pela sociedade ultra-capitalista. ... a carteira diferente para quem tem um estilo de vida único... O consumidor esquece-se que cada um desses objectos únicos e originais é produto de uma indústria que fabrica biliões de outros rigorosamente iguais a estes únicos.» (BAUDRILLARD, op.cit.)&lt;br /&gt;A morte da ideologia do Projecto mata Tyler, obrigando Jack a uma corrida desesperada em busca do seu lado niilista, descobrindo a sua própria impotência perante os franchisings dos clubes de combate semelhantes aos da economia capitalista que ele combate. Neste ponto, o protagonista é obrigado a enfrentar a sua esquizofrenia.&lt;br /&gt;No derradeiro encontro consigo mesmo, Tyler e Jack confrontam-se. Metáfora da sociedade mediática teorizada por Lucien Sfez: esquizofrénica, tautológica e autista. (SFEZ, &lt;em&gt;Teoria da Comunicação&lt;/em&gt;, Lisboa, Instituto Piaget, 1990)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A demolição dá início ao caos económico. Tal como os mapas da alegoria de Jorge Luís Borges em que os simulacros - territórios do mapa desaparecem à semelhança do declínio do reino, em Fight Club é a entidade Tyler (simulacro criado por Jack) que causa o desaparecimento dos simulacros criados pela sociedade capitalista. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112777558029958100?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112777558029958100/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112777558029958100' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112777558029958100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112777558029958100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/09/fight-club-e-esquizofrenia-do.html' title='Fight Club e esquizofrenia do consumismo'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112769094492351502</id><published>2005-09-26T00:24:00.000+01:00</published><updated>2005-09-26T00:29:04.923+01:00</updated><title type='text'>corpos e Peter Greenaway</title><content type='html'>A propósito de "corpos" há mesmo muito a dizer. Tenho lido e escrito várias coisas sobre o corpo. Um realizador que dedica uma grande parte dos conteúdos dos seus filmes ao "corpo" é &lt;a href="http://cinefilosofia.com.sapo.pt/artigos/conteudo/corpogreenaway.htm"&gt;Peter Grennaway&lt;/a&gt;. É um dos meus realizadores favoritos por muitas razões, logo a começar pela estética.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112769094492351502?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112769094492351502/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112769094492351502' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112769094492351502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112769094492351502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/09/corpos-e-peter-greenaway.html' title='corpos e Peter Greenaway'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112740285076658645</id><published>2005-09-22T16:26:00.000+01:00</published><updated>2005-09-22T16:35:35.470+01:00</updated><title type='text'>somos exterior essencialmente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando digo «é evidente», quero acaso dizer «só eu é que o vejo»?&lt;br /&gt;Quando digo «é verdade», quero acaso dizer «é minha opinião»?&lt;br /&gt;Quando digo «ali está», quero acaso dizer «não está ali»?&lt;br /&gt;E se isto é assim na vida, porque será diferente na filosofia?&lt;br /&gt;Vivemos antes de filosofar, existimos antes de o sabermos,&lt;br /&gt;E o primeiro facto merece ao menos a precedência e o culto.&lt;br /&gt;Sim, antes de sermos interior somos exterior.&lt;br /&gt;Por isso somos exterior essencialmente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alberto Caeiro, Poemas Inconjuntos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O centro de todas as questões que atravessa todos os tempos, todas as culturas e identidades é o próprio eu físico.&lt;br /&gt;Todos têm um corpo, mutilado ou não, todos os seres têm na sua exterioridade uma forma de expressar uma imagem interior e de captar e interpretar o mundo exterior.&lt;br /&gt;As interpretações sobre o corpo variam, os rituais do corpo mudam, mas o corpo continua, imune às concepções filosóficas...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112740285076658645?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112740285076658645/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112740285076658645' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112740285076658645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112740285076658645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/09/somos-exterior-essencialmente.html' title='somos exterior essencialmente'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112427818062349423</id><published>2005-08-17T12:22:00.000+01:00</published><updated>2005-08-17T12:43:17.566+01:00</updated><title type='text'>sonho e crítica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/bosch-7.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/bosch-7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leio momento a Interpretação dos Sonhos de Freud. O que é que isto tem a ver com cinema? Na minha opinião: Tudo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A adoção da atitude de espírito necessária perante ideias que parecem surgir “por livre e espontânea vontade”, bem como o abandono da função crítica que normalmente actua contra elas parecem ser difíceis de conseguir para algumas pessoas. Os “pensamentos involuntários” estão aptos a libertar uma resistência muito violenta, que procura impedir o seu surgimento. A confiar no grande poeta e filósofo Friedrich Schiller, contudo, a criação poética deve exigir uma atitude exatamente semelhante. Num trecho da sua correspondência com Körner, Schiller responde à queixa que lhe faz o amigo a respeito da produtividade insuficiente: “O fundamento de sua queixa parece-me residir na restrição imposta por sua razão a sua imaginação. ...Parece prejudicial para o trabalho criativo da mente que a Razão proceda a um exame muito rigoroso das ideias à medida que elas vão brotando - na própria entrada, por assim dizer. ...A Razão não pode formar qualquer opinião sobre tudo isso, a menos que retenha o pensamento por tempo suficiente para examiná-lo em conjunto com os outros. Por outro lado, onde existe uma mente criativa, a Razão - ao que me parece - relaxa sua vigilância sobre os portais, e as idéias entram precipitadamente, e só então ela as inspeciona e examina como um grupo. - Vocês, críticos, ou como quer que se denominem, ficam envergonhados ou assustados com as mentes verdadeiramente criativas, e cuja duração maior ou menor distingue o artista pensante do sonhador. Vocês se queixam de sua improdutividade porque rejeitam cedo demais e discriminam com excessivo rigor.”»&lt;br /&gt;Freud, &lt;em&gt;Interpretação dos Sonhos&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foto: &lt;strong&gt;Bosch&lt;/strong&gt; - detalhe de &lt;em&gt;O Jardim das Delícias&lt;/em&gt; (bem contemporâneo, não?)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112427818062349423?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112427818062349423/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112427818062349423' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112427818062349423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112427818062349423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/08/sonho-e-crtica.html' title='sonho e crítica'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112319584217125318</id><published>2005-08-04T23:41:00.000+01:00</published><updated>2005-08-04T23:57:10.296+01:00</updated><title type='text'>imagem e duplo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/narciso.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/narciso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos tempos, tenho-me dedicado ao estudo dos elementos da imagem criadores de magia, melhor dizendo, faço uma recolha de leituras e de conhecimentos de todos os textos que me ajudem a descodificar a magia provocada pelas imagens, esse poder imenso que é despertado por algumas imagens, sons, ambientes...&lt;br /&gt;Decidi transcrever algumas palavras de Edgar Morin: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«...la imagen puede presentar todos los caracteres de la vida real ...Además, la imagen objectiva puede poseer una cualidad de vida que no roconoce el original. … Por consiguinte, puede efectuarse cierta sobrevaloración subjectiva a partir de la simple representación objectiva ... Un mismo movimiento aumenta correlativamente el valor subjectivo y la verdad objectiva de la imagen hasta una «objectividad-subjectividad» extrema o alucinada … La imagen no es más que un doble, un reflejo, es decir, una ausencia. Sartre decía que «la característica esencial de la imagen mental es una determinada manera que tiene el objecto de estar ausente en el seno mismo de su presencia» ... El doble es efectivamente esta imagen fundamental del hombre, anterior a la conciencia íntima de sí mismo, reconocida en el reflejo o la sombra, proyectada en el sueño, en la alucinación y la representación pintada o esculpida, fetichizada y magnificada en las creencias, en la supervivencia, los cultos y las religiones.&lt;br /&gt;MORIN, Edgar, &lt;em&gt;El cine o el hombre imaginario&lt;/em&gt;, Barcelona, Ediciones Paidós, 2001 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Foto: &lt;em&gt;Narciso&lt;/em&gt; de Boticcelli)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112319584217125318?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112319584217125318/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112319584217125318' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112319584217125318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112319584217125318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/08/imagem-e-duplo.html' title='imagem e duplo'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112257391889410053</id><published>2005-07-28T19:03:00.000+01:00</published><updated>2005-07-28T19:18:32.890+01:00</updated><title type='text'>Abre los Ojos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abre los Ojos&lt;/strong&gt;, realizado e escrito em 1998 por &lt;strong&gt;Alejandro Amenábar&lt;/strong&gt;, chileno radicado em Espanha, obriga à reflexão sobre:&lt;br /&gt;- Realidade&lt;br /&gt;- A vida, a morte e o sonho&lt;br /&gt;- A manipulação da mente&lt;br /&gt;- A consciência&lt;br /&gt;- A dúvida de Descartes (sucintamente transcrita no texto sobre o corpo -abaixo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112257391889410053?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112257391889410053/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112257391889410053' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112257391889410053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112257391889410053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/abre-los-ojos.html' title='Abre los Ojos'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112257174173761953</id><published>2005-07-28T18:27:00.000+01:00</published><updated>2005-07-28T19:14:23.060+01:00</updated><title type='text'>corpo real / virtual</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/sem%20t??tulo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/sem%20t%3F%3Ftulo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Descartes coloca a seguinte dúvida:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se imaginamos em sonhos que &lt;strong&gt;temos outro corpo&lt;/strong&gt; e vemos outros astros e outra terra, então como podemos saber que os pensamentos que temos durante os sonhos são mais falsos que os outros, se frequentemente não são menos vivos nem menos precisos? &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por muito que estudem os melhores sábios, não creio que possam encontrar razões suficientes para desvanecer esta dúvida sem partir do pressuposto da existência de Deus.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112257174173761953?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112257174173761953/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112257174173761953' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112257174173761953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112257174173761953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/corpo-real-virtual.html' title='corpo real / virtual'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112231532393241269</id><published>2005-07-25T19:13:00.000+01:00</published><updated>2005-07-25T19:39:11.676+01:00</updated><title type='text'>agradecimento</title><content type='html'>Tenho tido comentários tão bonitos e encorajadores, que não posso deixar de agradecer. Por isso, quero agradecer o carinho virtual de todos os que inspiram o meu trabalho como&lt;br /&gt;Anastácio Neto, do &lt;a href="http://oviciodaarte.blogspot.com"&gt;Vício da Arte&lt;/a&gt;, André Carita, da &lt;a href="http://lie.blogs.sapo.pt"&gt;Lógica Irracionalista Expressiva&lt;/a&gt; e Sérgio Correia, do &lt;a href="http://oimprevisto.blogspot.com"&gt;Imprevisto&lt;/a&gt;. Agradecimento muito especial a Rogério Santos d'As &lt;a href="http://industrias-culturais.blogspot.com"&gt;Indústrias Culturais&lt;/a&gt; pelo &lt;a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2005/07/blogue-cinecultura-no-acto-fundador-24.html"&gt;post&lt;/a&gt; que fala do meu humilde blog. Já agora, um agradecimento muito especial ao meu orientador, Dr. Daniel Martí. Sem a sua insistência, penso que nunca teria iniciado este blog. Isto começa a parecer-se com os agradecimentos dos Óscares; só falta agradecer ao meu pai, mãe... vou terminar antes que comece a&lt;em&gt; descambar... &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112231532393241269?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112231532393241269/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112231532393241269' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112231532393241269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112231532393241269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/agradecimento.html' title='agradecimento'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112138309679848950</id><published>2005-07-15T00:04:00.000+01:00</published><updated>2005-07-15T00:29:08.266+01:00</updated><title type='text'>cinema e magia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/nightmare.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/nightmare.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cinema é o lugar da magia por excelência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como diz Paul Ricouer «l’inconscient est hors le temps; l’inconscient ignore la contradiction; l’inconscient suit le principe de plaisir et non le principe de réalité», e por essa razão, porque o inconsciente segue a procura dos desejos é que encontra no cinema o universo onde mais harmoniosamente se pode desenvolver.&lt;br /&gt;O cinema é um lugar onde realidade e sonho se entrelaçam como em mais nenhum outro espaço real fora da paixão. A magia não encontra terreno mais fértil em nenhum outro meio narrativo senão no cinema onde as imagens aliadas à música criam as estruturas essenciais para que o tempo e o espaço se fundam no sonho.Uma boa criação de magia é o filme de Tim Burton “Nightmare Before Christmas”, o que me leva a esperar com expectativa o próximo filme de Tim Burton &lt;a href="http://playlist.yahoo.com/makeplaylist.dll?id=1367919&amp;sdm=web&amp;amp;amp;amp;amp;qtw=480&amp;amp;qth=300"&gt;The Corpse Bride&lt;/a&gt;. Porque a magia não tem essência e seria contrariar as emoções humanas tentar desmontar os seus mecanismos, decompondo-os nas estruturas mais básicas das necessidades primárias dos afectos e desejos, calo-me perante a magia da letra da música da cena final de “O estranho Mundo de Jack”:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;My dearest friend, if you don't mind&lt;br /&gt;I'd like to join you by your side&lt;br /&gt;Where we can gaze into the stars&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And sit together, now and forever&lt;br /&gt;For it is plain as anyone can see&lt;br /&gt;We're simply meant to be…&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112138309679848950?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112138309679848950/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112138309679848950' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112138309679848950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112138309679848950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/cinema-e-magia.html' title='cinema e magia'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112136882925637761</id><published>2005-07-14T20:19:00.000+01:00</published><updated>2005-07-14T22:08:14.716+01:00</updated><title type='text'>a evidência obscura</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/lente.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="212" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/lente.jpg" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“El arte del cine, la industria de las películas no son más que partes emergidas de nuestra conciencia de un fenómeno que debemos captar en su plenitud. Pero la parte sumergida, esa evidencia oscura, se confunde com nuestra propia sustancia humana, que es también evidente y oscura, como el latido de nuestro corazón, las pasiones de nuestra alma. … Una menbrana separa al homo cinematographicus del homo sapiens, al igual que separa nuestra vida de nuestra conciencia.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MORIN, Edgar, El cine o el hombre imaginario&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112136882925637761?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112136882925637761/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112136882925637761' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112136882925637761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112136882925637761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/evidncia-obscura.html' title='a evidência obscura'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112121938473858356</id><published>2005-07-13T02:07:00.000+01:00</published><updated>2005-07-14T10:32:38.796+01:00</updated><title type='text'>fotografia e cinema</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Apesar de imóvel, a fotografia não é algo de morto. Por isso, a fotografia nos fascina, pela sua vida intrínseca queremos olhá-la e detemo-nos em pormenores que são evidência de vida e da sua realidade tão palpável na materialidade do papel. Por outro lado, no cinema, a vida não reside nos detalhes, mas na construção dos personagens, na complexidade da intriga. "La pasión amorosa carga la fotografía de una presencia casi mística. El cambio de fotos se introduce en el ritual de los amantes que se han unido corporal o, al menos, espiritualmente." (EDGAR MORIN)&lt;br /&gt;No cinema, fotografia em movimento, as imagens são tão irreais e mágicas como as de um sonho. Não é por acaso que descrevemos um sonho como um filme, que descrevemos um sonho através de "imagens cinematográficas". "El tiempo se dilate, se reduce, se invirte... El filme encuentra la imagen soñada y obsesionante del mundo secreto al que nos retiramos tanto en la vigilia como en el sueño, de esta vida más grande que la vida en la que duermen los crímenes y los heroísmos que no realizamos nunca, en la que se ahogan nuestras decepciones y germinan nuestros más locos deseos." MORIN, Edgar, &lt;em&gt;El Cine o El Hombre Imaginario&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112121938473858356?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112121938473858356/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112121938473858356' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112121938473858356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112121938473858356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/fotografia-e-cinema.html' title='fotografia e cinema'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112068022246998200</id><published>2005-07-06T21:03:00.000+01:00</published><updated>2005-07-06T21:16:50.423+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Andy Warhol: "Marilyn" (1967) &lt;a href="http://picasa.google.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Picasa" src="http://photos1.blogger.com/pbp.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/Andy%20Warhol.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/Andy%20Warhol.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Enquanto infra-língua o corpo está em comunicação com o mundo: não seria necessário encará-lo sob o modelo de uma língua com a sua gramática e o seu léxico? Falar-se-ia então das unidades gestuais (os gestemas segundo a terminologia de certos autores) comparáveis aos «fonemas»."&lt;br /&gt;GIL José, &lt;em&gt;Metamorfoses do Corpo&lt;/em&gt;, 1980&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112068022246998200?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112068022246998200/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112068022246998200' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112068022246998200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112068022246998200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/andy-warhol-marilyn-1967-enquanto.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112059407144353156</id><published>2005-07-05T21:03:00.000+01:00</published><updated>2005-07-06T21:42:48.600+01:00</updated><title type='text'>consumismo</title><content type='html'>O consumo está em todo o lado na nossa sociedade, mesmo quando o negamos.&lt;br /&gt;"A quotidianidade constitui a dissociação de uma praxis total numa esfera transcendente, autónoma e abstracta (do político, do social e cultural) e na esfera imanente, fechada e abstracta do privado. (BAUDRILLARD)&lt;br /&gt;O consumidor vive no mundo da manipulação usufruindo dos conteúdos que a sociedade tem para "vender/oferecer" de forma inconsciente das escolhas que faz, pior ainda, achando o consumidor que faz as suas escolhas com total liberdade de opção, completamente alheio à força da comunicação social, particularmente aos arquétipos e clichés usados na publicidade. "A publicidade é o revestimento de uma lógica económica insustentável por meio de inúmeros prestígios da gratuidade que a negam para melhor exercer o seu exercício" (LAGNEAU)&lt;br /&gt;A sociedade actual consegue até "vender" a ideia de individualismo, de personalismo e convence cada um de nós da nossa originalidade, negando o condicionamento e obediência aos códigos sociais divulgados/promovidos/ampliados pela comunicação social."tanto na lógica dos signos como na dos símbolos, os objectos deixam de estar ligados a uma função ou necessidade definida, precisamente porque correspondem a outra coisa, quer seja ela a lógica social quer a lógica do desejo, às quais servem de campo móvel e inconsciente de significação. ... A diferenciação pode assumir a forma da recusa dos objectos e da recusa do consumo." (BAUDRILLARD)&lt;br /&gt;A grande perversidade deste sistema reside precisamente no facto de realmente conseguir convencer cada um de nós de uma liberdade e originalidade ilusórias. Apenas mais um dos vários simulacros criados pela sociedade ultra-capitalista. O anti-consumo não deixa de ser consumo: é um meta-consumo. O vestido que não obedece à moda, o carro original para aqueles que estão fora do sistema, o pentedo despenteado, a carteira diferente para quem em um estilo de vida único... O consumidor esquece-se que cada um desses objectos únicos e originais é produto de uma indístria que fabrica biliões de outros rigorosamente iguais a estes &lt;em&gt;únicos&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;"As classes médias têm a tendência para consumir com ostentação. Ao fazê-lo dão provas de ingenuidade cultural. Escusado será dizer que por detrás se encontra toda uma estratégia de classe. ... A publicidade sob todas as formas tem como função o estabelecimetno de um tecido social ideologicamente unificado." (BAUDRILLARD)&lt;br /&gt;O sucesso da publicidade mede-se pela quantidade de pessoas que negam a sua eficácia. Quanto mais se nega a sua influência e se reafirma a individualidade mais baixos estão as defesas e os filtros psicológicos e menos imunes estamos à sua forte capacidade de persuasão. Esse é o maior triunfo publicitário: convencer-nos de que somos livres de optar!&lt;br /&gt;BAUDRILLARD, Jean, &lt;em&gt;Sociedade de Consumo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;LAGNEAU, G., &lt;em&gt;Faire-valoir&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112059407144353156?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112059407144353156/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112059407144353156' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112059407144353156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112059407144353156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/consumismo.html' title='consumismo'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-112022759682027835</id><published>2005-07-01T15:16:00.000+01:00</published><updated>2005-07-14T22:30:27.223+01:00</updated><title type='text'>mitos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/escher71.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/escher7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/escher7.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/step.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Ce que je n'aime pas dans l'Occident, c'est qu'il fabrique des signes et les refuse en même temps. [...] de quel droit parlerais-je au nom de la vérité? Mais à battre en brèche inlassablement la naturalité du signe; ça oui!" (Barthes: 1981 p.95) Pode encontrar mais sobre os mitos e a semiótica &lt;a href="http://orac.sund.ac.uk/~os0tmc/myth.htm#massmyth"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Nas sociedades ultra-industrializadas, em que as novas tecnologias reformulam constantemente a noção do real, a nostalgia retoma um novo sentido, em que a saudade dos mitos antigos e dos signos de realidade levam à substituição dos actos mais primitivos e naturais por paliativos sintéticos que oferecem promessas de verdade, objectividade e autenticidade. Hoje ninguém corre: faz jogging; usa-se o elevador ou as escadas rolantes, mas paga-se no ginásio para fazer step; compra-se louça e roupa "manufacturada" por tribos da Amazónia nas lojas Natura... Os simulacros substituem-se à realidade, numa necessidade urgente dos mitos da ancestralidade. "Les modèles ne constituent plus une transcendance ou une projection, ils ne constituent plus un imaginaire par rapport au réel, ils sont eux-mêmes anticipation du réel" - BAUDRILLARD, Jean, &lt;em&gt;Simulacres et Simulations&lt;/em&gt;, Paris, Éditions Galilée, 1981. &lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;imagem de Escher&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-112022759682027835?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://orac.sund.ac.uk/~os0tmc/myth.htm#massmyth' title='mitos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/112022759682027835/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=112022759682027835' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112022759682027835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/112022759682027835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/07/mitos.html' title='mitos'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111982093616102471</id><published>2005-06-26T22:22:00.000+01:00</published><updated>2005-07-01T15:44:54.036+01:00</updated><title type='text'>espelhos da realidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/128.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/128.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Broken Mirror", de Pistoletto. Fui buscar esta fotografia &lt;a href="http://oimprevisto.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Baudrillard diz a certa altura no seu livro &lt;em&gt;Simulacres et Simulations&lt;/em&gt; que hoje em dia, a abstracção é tão grande que a realidade é mais real no seu duplo, no espelho, no conceito. A simulação é a criação através dos modelos de um real sem origem nem realidade: o hiper-real.&lt;br /&gt;Paul Ricoeur no livro &lt;em&gt;De l'Interprétation Essai sur Freud &lt;/em&gt;«... le principe qui régit la magie, la technique du mode de pensée animiste, est celui de la toute-puissance des idées.»C’est ici que le désir interfère avec la réalité: la satisfaction quasi hallucinatoire du désir marque le primitif empiètement du désir sur la réalité; désormais le sens vrai de la réalité sera conquis sur cette fausse efficace du désir. RICOEUR, p. 233&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111982093616102471?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111982093616102471/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111982093616102471' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111982093616102471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111982093616102471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/06/espelhos-da-realidade.html' title='espelhos da realidade'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111966471269025190</id><published>2005-06-25T02:56:00.000+01:00</published><updated>2005-06-25T02:58:32.690+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Kit has days when everything in the world is merely a sign for something else. A white Mercedes can't just simply be a white Mercedes. It must have a secret meaning about the whole of life. Everything is an omen. Nothing can just be what it is." -citação do filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0100594/"&gt;The Sheltering Sky&lt;/a&gt; - Um chá no Deserto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111966471269025190?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111966471269025190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111966471269025190' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111966471269025190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111966471269025190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/06/kit-has-days-when-everything-in-world.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111922278201089547</id><published>2005-06-20T00:01:00.000+01:00</published><updated>2005-06-21T00:33:20.573+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Steven Kline, director do Laboratório de Análise dos Media da Universidade de Vancouver, inventou um aparelho que analisa as reacções fisiológicas humanas a qualquer coisa visionada, especialmente em ecrãs. Concluíu que, mesmo perante imagens fragmentadas que passam a uma velocidade superior à necessária para formar uma opinião, o espectador tem reacções fisiológicas instantâneas. Os ecrãs são hipnóticos e desafiam-nos a responder “como a luz de um interrogatório da polícia de um filme” (nota 1). &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marshall_McLuhan"&gt;Marshal MacLuhan&lt;/a&gt; salienta o facto de a televisão alterar os sentimentos e sensibilidades do espectador, especialmente quando não lhe prestamos atenção. Sem ter consciência, quando estamos distraídos e os filtros do processo de atenção estão inactivos, absorvemos modelos de comportamento e tipologias de personalidades, criando esterótipos e fazendo juízos de valor. A atenção é a integração do eu cerebral na imaginação, tanto no plano do pensamento como no da acção. Assim, é simples a ligação do indivíduo ao ecrã (muitas vezes, encondendo-se por detrás de um nickname) estabelecendo opiniões simplistas e irreflectidas. O ecrã representa a personalização do amigo que não recrimina, que aceita, que conduz ao mundo onírico onde cada um pode vestir o papel que lhe convém, pode usar a máscara do jovem musculado e a da mulher de corpo deslumbrante. Como qualquer outro bem de consumo, os conteúdos da Internet estão condicionados à lei de mercado, por isso “a liberdade e a soberania do consumidor não passam de mistificação. A mística bem alimentada (e, antes de mais, pelos economistas) da satisfação e da escolha individuais, ponto culminante de uma civilização da «liberdade», constitui a própria ideologia do sistema industrial, justificando a arbitrariedade e todos os danos colectivos: lixo, poluição, desculturação.” (nota 2) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ecrã da Internet preenche o espaço vazio causado pela frustração da não satisfação dos requisitos da sociedade veloz, competitiva e implacável onde vivemos e onde reina a indiferença de massa. Queremos ser eternamente jovens e produtivos, vivemos a apoteose do consumo na esfera privada e aproveitamos os modelos de vida oferecidos pela Internet, pela televisão e pel ocinema que nos incrementam a feição narcisista e nos obrigam a reciclar os sentimentos, tornando-os sub-produtos prontos a consumir pela subjectividade libidinal. A compaixão, amor, tristeza encontram escape na realidade difundida pelos ecrãs que funcionam como aparelho terapeutico da sensibilidade humana. Identificamo-nos com o desgosto e alegria de personagens e vivemos distraídos dos nossos filhos que, à porta da discoteca, estão indecisos sobre se hão-de ou não experimentar uma nova droga. Vivemos no tempo dos cães mecânicos que imitam em tudo os reais, com a vantagem de não largar pêlo no sofá nem deixar o cheiro de urina no hall de entrada.&lt;br /&gt;O reino hedonista aprisionou-nos num papel social que sobrevaloriza a personalização do Eu, criando o vazio interior e a incapacidade de sentir a perenidade. Vivemos a apologia da climatização dos sentimentos e emoções. Na Net, os sentimentos são recicláveis, o sexo é asséptico, não há a promiscuidade dos corpos nem a troca de fluidos. É a apologia dos corpos sem órgãos de que fala Deleuze e Guattari. A sociedade ocidental caminha numa aproximação vertiginosa para o universo de Cronenberg, para uma sociedade de espelhos, no qual cada ecrã significa a nossa própria imagem. “A imagem especular representa aqui simbolicamente o sentido dos nossos actos, que formam em redor de nós um mundo à nossa imagem.” (Baudrillard, p.202)&lt;br /&gt;“Já houve uma altura em que podíamos acreditar na realidade. Platão e Aristóteles tinham ditado as regras. … Numa altura em que o mundo era real, o objectivo de toda a investigação científica era descrever um universo estável e fiável. … Hoje sabemos que os átomos são pouco fiáveis e somos receptivos a ideias como a de Sroendiger, «as coisas só tendem a ser». A partir de Einstein, Niels Bohr, Heisenberg, Freud e a televisão, a realidade está a desintegrar-se … Se o mundo já foi real, porque é que já não é?” (KERCKOVE, pp.169-170) Se a realidade é aquilo que se pode cheirar, ver, tocar, então a realidade é um conjunto de sinais eléctricos interpretados pelo cérebro. Então ela é o que sentimos diante de um ecrã. Somos também homo videns. Somos o novo tipo de homem referido por Sartori gerado por um “meio criador de um novo anthropos”, que transforma a linguagem conceptual numa linguagem perceptiva e concreta, mais pobre, em que o imediato e o espontâneo é sobre-valorizado. Os termos axiológicos da Idade Clássica mudaram: hoje são as opiniões que substituem a realidade, num mundo em que o princípio da instabilidade é a única certeza. Marshal MacLuhan afirmou que os media são extensões do corpo humano. O computador seria uma prótese do cérebro, agindo respectivamente como olho, o cérebro e a própria pele humanas. Os novos interfaces dos novos media, dotados de ecrãs e interagindo com o indivíduo, recebendo e dando ordens, estão cada vez mais próximos do humano. A Internet, além de funcionar como um cérebro à escala universal, é também um espelho. Num mundo narcisita, só poderíamos passar a maior parte do tempo diante dele.&lt;br /&gt;"O homem que reivindica a sua libertação tem, hoje mais do que outrora, necessidade de aprender a querer. Ora, isso é-lhe difícil porque, submerso pelo enervamento da fadiga nervosa, é incapaz de se dominar. ... Para prevenir e curar a fadiga é necessário aprender a restabelecer o equilíbrio nos centros regualdores da base do cérebro. É necessário tomar contacto com o real." Paul Chauchard, O Cérebro e o Sistema Nervoso&lt;br /&gt;NOTAS:&lt;br /&gt;1- KERCKHOVE, Derrick, A Pele da Cultura, 1ª ed., Lisboa, Relógio D’Água Editores, 1997, p. 41.2- BAUDRILLARD, Jean, A Sociedade de Consumo, ed. 70, Lisboa, 1991, p. 72.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111922278201089547?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111922278201089547/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111922278201089547' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111922278201089547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111922278201089547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/06/steven-kline-director-do-laboratrio-de.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111920882158702553</id><published>2005-06-19T20:10:00.000+01:00</published><updated>2005-06-19T20:20:21.586+01:00</updated><title type='text'>buscadores de blogs</title><content type='html'>Os blogs são um novo tipo de busca de conhecimento, muitas vezes substituíndo-se ao jornalismo. Porque o conhecimento não reside apenas num aglomerado de leituras e conhecimentos adquiridos em biblioteca, mas é consolidado através da reflexão e esta constroi-se no diálogo, é importante encontrar pessoas que connosco partilhem as mesmas ideias e gostos pessoais. Os blogs são sítios priveligiados de partilha de conhecimento e base de formação de comunidades culturais. A interactividade permitida através dos comentários é um instrumento que convida ao diálogo e que pode ter como consequência o establecimento de eixos axiológicos importantes na busca do saber. Por isso, deixo aqui uma lista daqueles que me parecem os mais importantes buscadores de blogs: &lt;a href="http://www.bloglines.com/advsearch"&gt;bloglines&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogsearchengine.com/"&gt;blogsearch engine&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://www.omeudiario.net/"&gt;meu diário&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.technorati.com/"&gt;technoratti&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111920882158702553?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111920882158702553/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111920882158702553' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111920882158702553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111920882158702553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/06/buscadores-de-blogs.html' title='buscadores de blogs'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111894997464336228</id><published>2005-06-16T20:26:00.000+01:00</published><updated>2005-06-16T23:49:41.856+01:00</updated><title type='text'>O top 10 dos cientistas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O filme favorito dos cientistas é o Blade Runner.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Num inquérito realizado pelo &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/life/news/page/0,12983,1290764,00.html"&gt;"The Guardian"&lt;/a&gt; a diversos cientistas, "Blade Runner" e "2001 - Odisseia no Espaço" estão no top 10 dos filmes favoritos de Igor Aleksander, neurocientista computacional; Ross Anderson, professor na área de engenharia em Cambridge; Peter Atkins, químico na Universidade de Oxford; Nicholas Barton, geneticista na Universidade de Edinburgo; Gregory Benford, físico e autor de ficção cinetífica; Mark Brake, cientista; Simon Conway Morris, biólogo na Universidade de Cambridge; David Deutsch, físico de Quântica na Universidade de Oxford e muitos mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 10 filmes favoritos dos cientistas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1- Blade Runner&lt;/strong&gt;, Ridley Scott, 1982&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/blade%20runner.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/blade%20runner.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - &lt;strong&gt;2001 - Odisseia no Espaço&lt;/strong&gt;, Stanley Kubrick, 1968&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/2001.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/2001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - &lt;strong&gt;Guerra das Estrelas&lt;/strong&gt;, Georges Lucas, 1977-1980&lt;br /&gt;4 -&lt;strong&gt;Alien&lt;/strong&gt;, Ridley Scott, 1979&lt;br /&gt;5 - &lt;strong&gt;Solaris&lt;/strong&gt;, Andrei Tarkovsky, 1972&lt;br /&gt;6 - &lt;strong&gt;Exterminador&lt;/strong&gt;, James Cameron, 1984&lt;br /&gt;7 - &lt;strong&gt;The Day the Earth Stood Still&lt;/strong&gt;, Robert Wise, 1951&lt;br /&gt;9 - &lt;strong&gt;Matrix&lt;/strong&gt;, Irmãos Wachowski, 1999&lt;br /&gt;10 - &lt;strong&gt;Encontros Imediatos do Terceiro Grau&lt;/strong&gt;, Steven Spielberg, 1977&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111894997464336228?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111894997464336228/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111894997464336228' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111894997464336228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111894997464336228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/06/o-top-10-dos-cientistas.html' title='O top 10 dos cientistas'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111889107970472842</id><published>2005-06-16T04:04:00.000+01:00</published><updated>2005-06-16T04:17:10.263+01:00</updated><title type='text'>Um chá no deserto</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/paisaje2.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/paisaje2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Because we don't know when we will die, we get to think of life as an inexhaustible well, yet everything happens only a certain number of times, and a very small number, really. How many more times will you remember a certain afternoon of your childhood, some afternoon that's so deeply a part of your being that you can't even conceive of your life without it? Perhaps four or five times more, perhaps not even that. How many more times will you watch the full moon rise? Perhaps twenty. And yet it all seems limitless. " -------- últimas reflexões do narrador de "Um chá no deserto"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre as magníficas paisagens deste belíssimo filme, &lt;a href="http://www.otrocampo.com/3/paisaje.html"&gt;Daniela Koldobsky&lt;/a&gt; escreveu:&lt;br /&gt;"The sheltery sky, (Bertolucci, 1990) tematiza la relación de una pareja a lo largo de un viaje iniciático a través de pequeñas poblaciones del desierto del Sahara. Los frecuentes primeros planos y planos medios que enfocan a los individuos producen un contrapunto con las panorámicas del desierto inmenso, soleado y vacío, sólo surcado por caravanas de camellos que, en los grandes planos, se ven como puntos en el espacio. La música de percusión completa en algunas escenas un clima exótico. Siguiendo a Greimas, el desierto es aquí un actante del relato, si entendemos como tal, a aquél que participa en una esfera de acción. Esto es posible porque el desierto se constituye en espacio elegido por la pareja protagonista para mejorar su relación, y a su vez provoca la muerte por fiebre de uno de ellos. En este film la función del paisaje es nuclear, porque hace avanzar la acción hasta producir la muerte del protagonista y determinar el período de vagancia de su viuda entre los beduinos."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111889107970472842?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111889107970472842/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111889107970472842' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111889107970472842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111889107970472842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/06/um-ch-no-deserto.html' title='Um chá no deserto'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111886184596411789</id><published>2005-06-15T19:57:00.000+01:00</published><updated>2005-06-15T20:40:42.493+01:00</updated><title type='text'>Adeus</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/foto%20MORTE.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/foto%20MORTE.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;"Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;e o que nos ficou não chega&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;para afastar o frio de quatro paredes.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Gastámos tudo menos o silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;gastámos as mãos à força de as apertarmos,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;gastámos o relógio e as pedras das esquinas&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;em esperas inúteis.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;era como se todas as coisas fossem minhas:&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;quanto mais te dava mais tinha para te dar.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E eu acreditava.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Acreditava,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;porque ao teu lado&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;todas as coisas eram possíveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Mas isso era no tempo dos segredos,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;era no tempo em que o teu corpo era um aquário,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;era no tempo em que os meus olhos&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;eram realmente peixes verdes.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Hoje são apenas os meus olhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;É pouco mas é verdade,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;uns olhos como todos os outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Já gastámos as palavras.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Quando agora digo: meu amor,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;já não se passa absolutamente nada.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E no entanto, antes das palavras gastas,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;tenho a certeza&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;de que todas as coisas estremeciam&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;só de murmurar o teu nome&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;no silêncio do meu coração.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Não temos já nada para dar.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Dentro de ti&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;não há nada que me peça água.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O passado é inútil como um trapo.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E já te disse: as palavras estão gastas.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Adeus. " EUGÉNIO DE ANDRADE&lt;br /&gt;Choro ao ler este poema. A morte é uma inevitabilidade da vida, mas muito difícil de aceitar...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A minha pequena homenagem a um poeta MAIOR...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111886184596411789?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111886184596411789/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111886184596411789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111886184596411789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111886184596411789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/06/adeus.html' title='Adeus'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111875045980215002</id><published>2005-06-14T12:59:00.000+01:00</published><updated>2005-06-14T13:00:59.806+01:00</updated><title type='text'>os amores de Chud</title><content type='html'>Uma lista dos 100 filmes &lt;a href="http://chud.com/news/3309"&gt;mais amados&lt;/a&gt;, segundo a afectividade do seu autor, claro... Na minha lista afectiva, os filmes seriam muito diferentes. Eu sou muito mais exigente no amor. Um dia, publico a minha lista amorosa... de filmes, claro...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111875045980215002?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111875045980215002/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111875045980215002' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111875045980215002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111875045980215002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/06/os-amores-de-chud.html' title='os amores de Chud'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111747806710968581</id><published>2005-05-30T19:34:00.000+01:00</published><updated>2005-06-27T22:17:43.660+01:00</updated><title type='text'>Asas do Desejo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/1600/desejo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6268/592/320/desejo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; “Quando a criança era criança, não sabia que era criança; tudo era cheio de vida e a vida era uma só! Quando a criança era criança, não tinha opinião, não tinha hábitos; sentava-se de pernas cruzadas, e saía a correr...”&lt;br /&gt;Os anjos e as crianças são personagens sem biografia. Damiel e Cassiel, os anjos principais de Asas do Desejo observam a Humanidade com a curiosidade própria de uma criança e a leveza própria de quem não tem um corpo físico.&lt;br /&gt;Há muito que não pensava neste filme. Foi no sábado, quando alguém me perguntou alguns dos meus filmes favoritos. São vários. Mas tive que escolher. Colocada contra a parede, assim de repente, ainda por cima vindo a pergunta de quem veio, tive que decidir. Mencionei apenas dois: “Asas do Desejo” de Wim Wenders e “Breaking the Waves” de Lars von Triers. O que terão em comum? Porquê? Inevitável a pergunta. Em ambos, desde logo, no tema há a existência de algo maior que o Homem. Há ainda a profundidade complexa de cada um: a problemática social da opressão, a decadência das ideologias, a fé. E o amor. O amor, só por si, é já algo maior do que o Homem. Sinal de que o infinito pode caber dentro da finitude humana?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que os homens percebem a sua própria magnitude ontológica?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111747806710968581?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111747806710968581/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111747806710968581' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111747806710968581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111747806710968581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/05/asas-do-desejo.html' title='Asas do Desejo'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111747784221232810</id><published>2005-05-30T19:30:00.000+01:00</published><updated>2005-05-30T19:30:42.216+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'> Asas do Desejo, de Wim Wenders&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/wings_of_desire_small%5B1%5D.jpg'&gt;&lt;img border='0' class='phostImg' src='http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/wings_of_desire_small%5B1%5D.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111747784221232810?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111747784221232810/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111747784221232810' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111747784221232810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111747784221232810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/05/asas-do-desejo-de-wim-wenders.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111738485030517181</id><published>2005-05-29T17:40:00.000+01:00</published><updated>2005-05-29T17:48:57.473+01:00</updated><title type='text'>corpos sem órgãos</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/matrix.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/matrix.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Excertos do texto de &lt;a href="http://bocc.ubi/pt_listas/tematica.php3?codt=6"&gt;Carlos Camargos Mendonça&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Subjectividade e tecnologia: as novas máquinas produtoras de corpos&lt;/strong&gt;: "Este artigo pretende refletir acerca da ampliação do entrelaçamento entre o humano e a máquina...: (no domínio do cinema e das experimentações artísticas), entregue ao jogo das aparências e da simulação das identidades nos chats e salas de conversação, conectado a próteses artificiais… As tecnologias não inauguram simplesmente um corpo imaginário, desejado, elas nos proporcionam um corpo até então não imaginado: o cibercorpo... Paul Virilio dedica um capítulo de seu livro A Arte do Motor à discussão da relação entre os novos dispositivos tecnológicos e o corpo físico natural... A título de ilustração sobre os perceptos e afetos mutantes, desencadeados pelas hibridações entre os corpos e as máquinas, podemos nos lembrar do filme Matrix. Nessa obra, a vida é uma ilusão produzida por dispositivos tecnológicos operados por um grupo de inteligências artificiais que se rebelou contra os humanos. (...) Identificamos aí um tipo de Corpo sem Órgãos (CsO). Deleuze e Guattari definem o Corpo sem Órgãos - CsO, do seguinte modo:  Um CsO é feito de tal maneira que ele só pode ser ocupado, povoado por intensidades. Somente as intensidades passam e circulam. Mas o CsO não é uma cena, um lugar, nem mesmo um suporte onde aconteceria algo. (DELEUZE e GUATTARI.1996:13)  ...Quando em um chat fóruns on line que funcionam em tempo real, o sujeito muda seus componentes identitários, ele produz um corpo ilusório, não somente para si mesmo, mas para estabelecer um contato com o outro. A própria atitude, seja ela produzida no ciberespaço ou sobre o corpo físico, não é o sintoma de uma subjetividade narcísica e solipsista, mas, paradoxalmente, signo de um narcisismo…”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111738485030517181?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111738485030517181/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111738485030517181' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111738485030517181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111738485030517181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/05/corpos-sem-rgos.html' title='corpos sem órgãos'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111718316677645004</id><published>2005-05-27T09:39:00.000+01:00</published><updated>2005-05-27T10:18:34.980+01:00</updated><title type='text'>Respirar</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/respirar%20Antonio%20Ferreira%20CM1.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/respirar%20Antonio%20Ferreira%20CM1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Respirar (debaixo d’água) é um projecto que demorou cerca de dois anos a concretizar. Sem ser um filme sobre Coimbra, trata-se todavia de uma história influenciada pela vida industrializada desta cidade. Em Respirar… não há estudantes de capa e batina, mas alunos que fazem charros na aula de português e fazem gazeta para dar um mergulho no Mondego. Os actores são quase todos oriundos desta cidade, tendo sido a primeira experiência cinematográfica para todos, excepto para o protagonista Alexandre Pinto, já conhecido pelo seu desempenho em "Mutantes".&lt;br /&gt;Em Respirar, o corpo é um pretexto para falar dos problemas inerentes a uma faixa etária inserida numa cidade que não lhes oferece projectos ou esperanças. Quando a Primavera começa e o calor seco de Coimbra apela para o desfrute, começam as primeiras paixões. Entre estudar Os Lusíadas e mergulhar nas águas do Mondego, a escolha não é difícil, especialmente num mundo português onde as perspectivas não se vislumbram boas. Os corpos jovens que dão sinais de uma sexualidade a despontar, corpos puros e frescos contrastam com uma velha cidade, poluída, suja e abafada. O mito estudantil de uma Coimbra com mais encanto é em Respirar (debaixo d’água) desconstruído pela realidade crua da cidade industrial onde a mão-de-obra é aproveitada e sugada até ao tutano dos ossos, roubando ao corpo jovem as ilusões. Pedro é capaz de Respirar debaixo de água, mas medindo forças com a realidade urbana, xenófoba e sectária, completametne indiferente às suas expectativas, sucumbe.&lt;br /&gt;Data de estreia em Portugal: 15/12/2000&lt;br /&gt;Distribuidora: Atalanta Filmes&lt;br /&gt;Produtora: Zed Films&lt;br /&gt;Género: Curta-Metragem&lt;br /&gt;Duração: 45 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realização: António Ferreira&lt;br /&gt;Prod&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111718316677645004?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111718316677645004/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111718316677645004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111718316677645004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111718316677645004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/05/respirar.html' title='Respirar'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111533123603689334</id><published>2005-05-05T23:13:00.000+01:00</published><updated>2005-05-14T02:57:02.043+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>foto de Paulo Freitas &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/ami_acause02.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/ami_acause02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; veja sobre o projecto ACause &lt;a href="http://www.acause.pt.vu/"&gt;aqui&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111533123603689334?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111533123603689334/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111533123603689334' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111533123603689334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111533123603689334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/05/foto-de-paulo-freitas-veja-sobre-o.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111489386325513511</id><published>2005-04-30T21:44:00.000+01:00</published><updated>2005-04-30T21:52:10.333+01:00</updated><title type='text'>corpo em Peter Greenaway</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/O%20ladro....jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/O%20ladro....jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Peter Greenaway é um dos realizadores que mais explora o tema dos rituais com os quais a sociedade ocidental oculta o corpo. Ele usa o nu na sua forma barroca, fútil e excessiva. De toda a sua extensa filmografia, &lt;em&gt;O cozinheiro, o ladrão, a sua mulher e o amante&lt;/em&gt; e o &lt;em&gt;Livro de Cabeceira&lt;/em&gt; são aqueles em que, mais claramente, o corpo é associado ao consumismo, metáfora do capitalismo crescente; no primeiro associado ao canibalismo (metáfora do consumismo levado ao extremo), no segundo, o corpo apresentado como imagem de uma literacia abandonada pela cultura moderna, o corpo que perde a sua capacidade significativa, escondido por debaixo da capa das letras, que o abafam e reprimem. A cultura como bem consumível é uma das metáforas mais usadas nos filmes de Greenaway.&lt;br /&gt;A imagem dos corpos em Peter Greenaway fazem parte de uma imagética revolucionadora no cinema. Greenaway pinta, mais do que realiza, os planos dos seus filmes (revelando aliás a sua primeira formação que foi a pintura). Por via do excesso organizam-se em série vários de seus filmes. Em &lt;em&gt;Drawing by Numbers&lt;/em&gt; há uma numeração de um a cem, que vai do início ao fim do filme. Em &lt;em&gt;The Prospero’s Books&lt;/em&gt; são os livros que determinam a ordem dos acontecimentos. Os filmes de Greenaway convidam à sedução visual assim como ao desafio intelectual. Como puzzles intrigantes, obrigam o espectador, através de pistas e vestígios, à investigação. Elemento chave para a compreensão de cada filme, o corpo ocupa um lugar de destaque na obra de Greenaway, tendo um significado próprio: o corpo nu é sereno, o corpo vestido está pesado da culpa e da vergonha. Para Greenwawy o uso excessivo do corpo acaba no canibalismo, metaforicamente e literalmente em vários dos seus filmes. Alusão à moral excessiva, proveniente da tradição cristã em que na Ceia Final, Cristo oferece o Seu Corpo, numa simbiose total do corpo material “este é o meu corpo”. O consumismo capitalista e o cristianismo têm a mesma metáfora do consumo do físico, através do corpo. O centro de todas as questões que atravessa todos os tempos, todas as culturas e identidades é o próprio &lt;strong&gt;eu físico&lt;/strong&gt;. Todos têm um corpo, mutilado ou não, todos os seres têm na sua exterioridade uma forma de filtrar a imagem interior. As interpretações sobre o corpo variam, os rituais do corpo mudam, mas o corpo continua, imune às concepções filosóficas. Nas sociedades consumistas e hedonistas, o culto ao corpo é muito intenso, num sentido comercial. O corpo dos filmes de Greenaway ignora as modas, o corpo não é jovem, elegante; por vezes é mesmo “aparentemente feio”, escapando aos estereótipos criados pelas modas: este parece-me ser o aspecto mais importante evidenciado por Greenaway; quando representa o corpo, são as várias vertentes do uso omnipresente do corpo, o interior, o exterior, o doente e o são, a deformação … É toda uma enciclopédia fisiológica da humanidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111489386325513511?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111489386325513511/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111489386325513511' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111489386325513511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111489386325513511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/04/corpo-em-peter-greenaway.html' title='corpo em Peter Greenaway'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111472088865212688</id><published>2005-04-28T21:41:00.000+01:00</published><updated>2005-04-28T23:40:22.783+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Cantando por detrás das Cortinas" &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/1024/cantando%20por....jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/400/cantando%20por....jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/320/clip_image002.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/200/clip_image002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Cantando por detrás das Cortinas" é o mais recente filme de Ermano Olmi. Com Bud Spencer e Jun Ichikawa, “Cantando por detrás das Cortinas” estreou hoje, apresentando-se como um dos mais belos filmes de sempre.&lt;br /&gt;Adaptação de um conto chinês do séc. XIX, o enredo gira à volta de piratas e corsários nos mares do Oriente.&lt;br /&gt;Numa casa de má reputação, bordel oriental dirigido a clientela ocidental sedenta do exotismo sensual do oriente, é contada uma lenda de uma mulher pirata, apaixonada e sensual: a história de Ching, viúva do Almirante Ching, passa-se entre pilhagens e piratarias, juntamente com poesia e fábula. “Cantando por detrás das Cortinas” mistura teatro aventuras, exotismo e sensualidade. Fantástico e poético, este filme é de uma beleza sublime.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111472088865212688?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111472088865212688/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111472088865212688' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111472088865212688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111472088865212688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/04/cantando-por-detrs-das-cortinas.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111437621506682918</id><published>2005-04-24T21:56:00.000+01:00</published><updated>2005-04-24T22:09:59.133+01:00</updated><title type='text'>Cyborg Manifesto</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/320/kate%20moss.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/236/5368/320/kate%20moss.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.celebrity-gallery.com/content/pictures/KateMoss/kate415.jpg"&gt;Cyborg&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A cyborg is a cybernetic organism, a hybrid of machine and organism, a creature of social reality as well as a creature of fiction... Modern medicine is also full of cyborgs... Cyborg 'sex' restores some of the lovely replicative baroque of ferns and invertebrates (such nice organic prophylactics against heterosexism). Cyborg replication is uncoupled from organic reproduction... The replicant Rachel in the Ridley Scott film Blade Runner stands as the image of a cyborg culture's fear, love, and confusion..." &lt;a href="http://www.stanford.edu/dept/HPS/Haraway/CyborgManifesto.html"&gt;Cyborg Manifesto&lt;/a&gt; escrito por Donna Haraway&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111437621506682918?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.stanford.edu/dept/HPS/Haraway/CyborgManifesto.html' title='Cyborg Manifesto'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111437621506682918/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111437621506682918' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111437621506682918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111437621506682918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/04/cyborg-manifesto.html' title='Cyborg Manifesto'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111437516431581883</id><published>2005-04-24T21:34:00.000+01:00</published><updated>2005-04-24T21:47:50.483+01:00</updated><title type='text'>corpos</title><content type='html'>"A tese de Haraway é que somos todos ciborgs e que a cibercultura tem por mérito dissolver os dualismos que pautaram até o momento o modo de pensar ocidental, como a oposição entre espírito e matéria, porque transgride a fronteira que separava o natural do artificial, permitindo pensar em um tempo pós-sexuado." O ensaio é muito bom, chama-se &lt;strong&gt;Corpos solúveis&lt;/strong&gt; e foi escrito por &lt;strong&gt;Giselle Beiguelman&lt;/strong&gt;, professora do curso de pós-graduação em Comunicação e Semiótica; pode lê-lo &lt;a href="http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/914,1.shl"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111437516431581883?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/914,1.shl' title='corpos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111437516431581883/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111437516431581883' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111437516431581883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111437516431581883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/04/corpos.html' title='corpos'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111430379656669684</id><published>2005-04-24T01:44:00.000+01:00</published><updated>2005-04-24T01:49:56.566+01:00</updated><title type='text'>realidade</title><content type='html'>As novas tecnologias reformulam a noção de corpo, matéria, espaço e tempo. No ciberespaço, espaço não-linear,podemos criar identidades, eliminando conceitos tão primários como o de género, por exemplo (nos chats, cada um pode construir-se, adoptando o tipo de personalidade que desejar, o sexo que preferir, ou seja, inventando a sua identidade). Assim, a definição do corpo é desnecessária, importando apenas a identidade criada através da máquina (no caso o computador pessoal ligado ao super-computador que o conecta aos outros através das hiper-redes). O corpo e a máquina integram-se em simbiose no espaço virtual. Até que ponto é que o ser que conhecemos no chat é "real"? Coloco-me a pergunta sobre a identidade de um corpo ligado a uma máquina hospitalar. Retirados os tubos, os ventiladores, soros, alimentação artificial que se interlaçam, frios, unidos ao computador, o ser humano morre. Nessa simbiose corpo/máquina onde está a identidade? Onde está a consciência, a vida? No corpo ou na máquina? A minha resposta é que essa vida não está em nenhum dos dois elementos, porque a transcende. A identidade do ser humano reside nessa transcendência limitada pelo corpo; quando este entra num estado de vida apenas suportado pelas novas tecnologias, essa transcendência (uns chamam-lhe alma, outros espírito ou consciência) mostra-se em pequenos vislumbres manifestados por um esgar da boca, um leve apertar dos dedos, uma lágrima que corre dos olhos. Mas na maior parte do tempo, essa identidade não está ali, encontra-se num outro espaço, num espaço virtual que não se deixa controlar por nenhuma máquina. Num espaço de liberdade e de felicidade. De luz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111430379656669684?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111430379656669684/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111430379656669684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111430379656669684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111430379656669684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/04/realidade.html' title='realidade'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111430281186279295</id><published>2005-04-24T01:26:00.000+01:00</published><updated>2005-04-24T01:36:50.186+01:00</updated><title type='text'>corpo virtual</title><content type='html'>O texto que se segue é de &lt;strong&gt;José Bragança de Miranda&lt;/strong&gt;, da Universidade Nova de Lisboa; (os sublinhados são meus):&lt;br /&gt;"A cibernética de Wiener, os programas de Turing, a inteligência artificial ...são tudo passos no caminho para a emergência do espaço de controlo. Parecendo confundir-se o virtual e o cyberspace ...é essencial analisá-los separadamente. Seria possível mostrar que a tecnologização do virtual foi preparada pela metafísica, e a teologia ocidental, esse bloco que Heidegger denominava por «onto-teologia ocidental». Neste processo desempenhou papel determinante o esquema aristotélico da dynamis/energeia... Algo que começou por ser teológico e depois político, está a tornar-se hoje tecnológico… Este espaço de realização tinha a sua matriz na oposição entre possibilidade e existência, que se modulava numa série de outras oposições, como as de princípio e fim, de presença/ausência, de hard e de soft, de permanente e de efémero, etc. etc. A dualidade destas séries era absolutamente necessária, mas a verdadeira linguagem binária acabaria por ser a informática... O virtual era o espaço do imaginário... onde se intuíam, ou se construíam as possibilidades. …Esse processo era ambivalente: por um lado, levava à separação entre ideal e material, entre presente e ausente ... por outro lado, virtualmente estes elementos mantinham-se tensionalmente ligados. …Com as tecnologias da informação, a técnica determina a realização dentro de processos de controlo abrangentes. Daí que o virtual emirja explicitamente, confundindo-se agora não com o espaço «real», mas com o espaço de controlo... O cyberspace é um espaço de modulações, ... de linearização absoluta, controlando as regras mais que as posições. Bom exemplo disso é o hypertext. … Para se transformar o espaço virtual em algo controlável este tem de ser linearizável… Depois é preciso um controlo desse controlo, e portanto uma linearização de segundo nível e por aí fora, numa circularidade que ocorre fora do tempo, a que paradoxalmente se chama «tempo-real». Como mostra William Burroughs é um tempo da morte infinitamente suspenso sobre o espaçamento do controlo. …Dada a radicalidade deste controlo do controlo que é o cyberspace parece irrisória a tentativa da Realpolitik que procura servir-se do controlo para sobreviver… Enquanto cyberspace tudo se joga na actualização de certas possibilidades, provenientes do arquivo geral da experiência que é a cultura. Só que essa actualização é puramente simulacral, pois se tudo se pode actualizar é porque é indiferente aquilo que é actualizável. O virtual pode servir assim de espaço de suporte para a inscrição imediata do mundo e dos corpos no controlo. No fundo tudo depende de se conseguir distinguir a virtualidade da potencialidade. Será que se deve ao facto da existência, da efectividade?… Que levava já McLuhan a dizer em 1969 que «A atracção pelas drogas alucinogéneas é um meio de alcançar a empatia com o nosso meio ambiente electrónico, ambiente esse que é em si uma viagem interior sem drogas» …O complicado aparato de luvas e de eléctrodos que hoje simulam a «realidade virtual» exige justamente formas de apagamento da realidade «real» do metal e das próteses para se poder atingir o estado alucinatório. ...Ou enxertando-se directamente no cérebro, simples electrotropismos. O imaginário do zaping dissemina-se, tudo se resumindo a uma controlo remoto, mas não menos efectivo de uma «montage of attractions»" (Sergei Eisenstein)."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111430281186279295?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111430281186279295/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111430281186279295' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111430281186279295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111430281186279295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/04/corpo-virtual.html' title='corpo virtual'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111429917000159864</id><published>2005-04-24T00:32:00.000+01:00</published><updated>2005-04-24T00:32:50.000+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/236/5368/320/vertov.jpg'&gt;&lt;img border='0' style='border:1px solid #000000; margin:2px' src='http://photos1.blogger.com/img/236/5368/320/vertov.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111429917000159864?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111429917000159864/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111429917000159864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111429917000159864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111429917000159864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/04/blog-post.html' title=''/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12388246.post-111429809158460388</id><published>2005-04-24T00:11:00.000+01:00</published><updated>2005-04-24T02:39:07.190+01:00</updated><title type='text'>Bem Vindo</title><content type='html'>Este blog serve como uma forma de ordenar ideias, fazer uma recolha de textos e interpretar livros, teses, ensaios e outras leituras que me servirão de base para a realização da tese de investigação que estou a realizar na área da Comunicação e Cinema. Como o nome indica, "cinecultura" é a área onde gostaria de trabalhar. O corpo é a área que e fascina (na Cultura, em geral, e Antropologia); tema cada vez mais frequente no cinema, pode-se dizer que a simbiose entre o corpo humano e a máquina começa em Vertov n' &lt;strong&gt;O Homem e a Câmara&lt;/strong&gt;, ao usar a máquina de filmar como prótese do seu olhar crítico perante a modernidade de um novo urbanismo, mas é no final do séc. XX, com a ascensão das novas tecnologias, que realizadores como David Lynch e Cronenberg exploram esta simbiose.Espero que todos me ajudem com sugestões, críticas e orientação objectiva e dura.Vou tentar realizar posts sugestivos e criativos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12388246-111429809158460388?l=cinekultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinekultura.blogspot.com/feeds/111429809158460388/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12388246&amp;postID=111429809158460388' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111429809158460388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12388246/posts/default/111429809158460388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinekultura.blogspot.com/2005/04/bem-vindo.html' title='Bem Vindo'/><author><name>ISABEL Mar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
